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6 fatos que mostram por que precisamos falar sobre o lixo eletrônico

6 fatos sobre e-lixo

O que acontece com o seu antigo tablet, notebook ou smartphone após você comprar um novo? Caso você não o tenha encaminhado para um centro especializado em reciclagem, são boas as chances de ele ir parar em um “lixão eletrônico”.

Países como Gana, na África; Índia, China e Filipinas, na Ásia, recebem toneladas de lixo eletrônico a cada semana – boa parte dele vindo dos Estados Unidos e da Europa. Segundo especialistas, este transporte (muitas vezes ilegal) de descarte eletrônico é responsável por danos ecológicos e por prejudicar a saúde dos habitantes dos países em desenvolvimento. Entenda melhor este problema:

#6 – Trabalho insalubre

O lixão eletrônico de Agbogboshie, em Gana, é um dos maiores do gênero no mundo. Por lá, pessoas trabalham desmontando estes materiais para revender peças reaproveitáveis ou mesmo recolher elementos valiosos, como peças de ouro. As capas plásticas são queimadas, gerando nuvens tóxicas.

 

#5 – Câncer e outras doenças

O problema é que peças e baterias de diversos eletroeletrônicos possuem substâncias tóxicas, como mercúrio, cádmio e chumbo, que aos poucos estão envenenando não apenas o solo, como estes trabalhadores. Espera-se um aumento de casos de câncer e doenças cardíacas e respiratórias entre os trabalhadores locais.

 

#4 – Dose de cinismo

A rigor, o comércio deste lixo eletrônico entre países é proibido. Mas uma justificativa cínica transforma países como Gana em importadores deste material: fomentar o comércio de materiais de segunda mão, mais baratos, e assim levar acesso tecnológico para a população carente.

 

#3 – Produtores

Ativistas que agem para diminuir a produção e o comércio do lixo eletrônico lutam para que as empresas produtoras se responsabilizem também por dar um fim aos seus produtos, especialmente por meio da reciclagem e tratamento de resíduos tóxicos.

 

#2 – Toneladas de problemas

Estima-se que em 2016 o mundo vá produzir cerca de 93 milhões de toneladas de lixo eletrônico. Boa parte deste material vai parar nos lixões da África e da Ásia.

 

#1 – O que fazer?

Segundo entidades ligadas à ONU, o Brasil produziu (em 2012) 7,06 kg de lixo eletrônico por habitante, número dentro da média mundial. O ideal é procurar informações sobre o descarte junto ao fabricante ou buscar empresas de reciclagem de eletrônicos como a Ecotrade. Jamais o descarte no lixo comum. Entre em contato CLICANDO AQUI.

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